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Como funciona o bafômetro?

Entenda o funcionamento de um dos maiores aliados na luta contra o álcool no trânsito brasileiro.

“Que é isso, seu guarda? Eu não bebi nada!”. Poupe essas palavras, pois não adianta jurar ou implorar. Se os policiais de trânsito suspeitarem que você ingeriu bebidas alcoólicas, eles vão pedir para que você passe pelo bafômetro. “E se eu me recusar a passar por ele?” Nesse caso, o Código de Trânsito Brasileiro determina o seguinte: “retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado e recolhimento do documento de habilitação” (artigo 165 do CTB).

Chapinha com Íons??


Todo mundo já ouviu falar das famosas Chapinhas com Íons, mas o que são íons? Como essa Chapinha funciona? Ela funciona mesmo?


O que são íons?

Um íon é um átomo carregado, positivamente ou negativamente. Quando um átomo perde elétrons ele fica com uma carga positiva, caso ele ganhe elétrons ele fica com uma carga negativa. Se ele possuir uma carga positiva ele é denominado cátion, caso possua uma carga negativa é denominado ânion.

Como fazer sua cerveja gelar mais rápido e porque!

Se você é do tipo apressadinho(a) e não tem paciência de esperar sua cerveja gelar por mais de 30 minutos, vão aqui algumas dicas para encurtar o seu tempo de espera.

A maneira mais rápida é usando nitrogênio líquido, quando usamos gelo no isopor o tempo médio para que a cerveja fique em uma temperatura ideal é de 35 minutos, utilizando o nitrogênio líquido esse tempo cai para 1 MINUTO!!! Não se esqueça de não tocar no nitrogênio pois o líquido possui uma temperatura aproximada de -150ºC, que nessas condições irá queimar sua mão.

SEM PETRÓLEO, MUNDO TEM FUTURO SOMBRIO


Reproduzo aqui para vocês um excelente artigo sobre o petróleo no mundo, que saiu na Folha de São Paulo deste domingo. Foi escrito por Andrew Simms, Diretor da New Economics Foundation.


“O petróleo é o problema, claro”, escreveu Gertrude Bell em Bagdá, em 1921. “Coisa detestável!” Depois de causar uma guerra mundial, o petróleo já estava causando confusão política no Oriente Médio.
Apesar de todos os conflitos causados pela necessidade de garantir os suprimentos de petróleo, e do dano ambiental que seu uso causa, o problema, para Bell e para todos nós, é que o petróleo tem grande utilidade.
Energia concentrada, facilmente transportável e de grande versatilidade.
Todos nós nos tornamos dependentes dessa conveniência. O suprimento de energia atual oferece o equivalente ao trabalho de 22 bilhões de escravos, de acordo com Colin Campbell, antigo executivo petroleiro.
Mas agora a onda do petróleo parece destinada a nos deixar ilhados. A mais de US$ 100 por barril, os preços estão voltando aos níveis de 2008. Mas, de lá para cá, o tom dos comentários mudou.
Cresce a conscientização de que um problema fundamental nos aguarda: a separação entre uma demanda cada vez maior e um suprimento estagnado, que resultará em escassez do componente essencial ao mundo.
Até o momento, o falso reconforto, de que poderíamos continuar a agir como sempre, vinha de dois fatores.
Primeiro, ainda existe petróleo; segundo, novos campos continuam a ser descobertos.
Mas o problema é saber que teremos dez bocas para alimentar amanhã, mas lojas de comida suficientes para apenas oito. Pior: a cada dia a quantidade de comida consumida é superior à de comida produzida, e o número de bocas para alimentar cresce.
As novas descobertas de petróleo atingiram seu pico na metade dos anos 60, e, com base em várias estimativas, estamos vivendo, ou bem perto de viver, o pico da extração petroleira mundial.
Depois que o pico for atingido, a relação entre oferta e demanda inevitavelmente crescerá. A dificuldade de determinar exatamente quando isso acontecerá é agravada porque as dimensões das reservas nacionais de petróleo constituem questão econômica e política delicada.
Compreensivelmente, algumas pessoas acreditam que isso seja positivo do ponto de vista ambiental. Afinal, se o petróleo está se esgotado, isso não ajudaria a resolver o problema da mudança do clima? Infelizmente não.
A realidade atual é a de que se você tirar a sonda petroleira da veia da economia, a escolha passa a ser entre transição e convulsão.
Todos nos acostumamos aos benefícios do petróleo. E os planos para nos adaptarmos a sua ausência praticamente inexistem.
Cabe a nós determinar se aproveitaremos a chance que o fim do petróleo barato nos confere para produzir uma era melhor, ou se continuaremos hipnotizados por sua miragem em dissolução.


Fonte: http://www.silvaporto.com.br/blog/?p=1255

Lançamento do Ano Internacional da Química – AIQ 2011

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia/ SEC, em parceria com a Sociedade Brasileira de Química e o Instituto de Química da UFBA, lança o Ano Internacional da Química – AIQ 2011 no dia 13 de maio de 2011, das 14h às 16h, no IAT.

O objetivo é divulgar a química através da realização de ações com professores e alunos, proporcionando a reflexão pelo envolvimento com as diversas descobertas ao longo da evolução da ciência química e suas aplicações no cotidiano. O evento, que entende a importância de fomentar a realização de atividades indispensáveis ao aprendizado das disciplinas de ciências., acontece através de uma videoconferência, no Instituto Anísio Teixeira- IAT- Estrada das Muriçocas, s/n – Paralela. O lançamento será transmitido para todas as salas de videoconferência do Estado.
Convidamos a todos para participarem desse momento no qual, além do lançamento do Ano Internacional da Química, serão apresentados outros projetos, tais como o “Medindo o pH das águas da Bahia”, que já se encontra em execução na I Feira de Ciências da Bahia.

COLEÇÃO QUÍMICA NO COTIDIANO


Mais um lançamento da SBQ para o Ano Internacional da Química!

No site Coleção Ano Internacional da Química, a SBQ está disponibilizando o material comemorativo. Além dos números da revista Química Nova na Escola e seusCadernos Temáticos, temos lá a coletânea de experimentos A Química Perto de Você (sobre a qual eu já comentei aqui no blog) e mais 7 e-books da Coleção Química no Cotidiano (sobre a qual eu ainda não tinha comentado!). Os e-books são sobre os seguintes temas: A Química do Amor, Química e Energia, Química e o Controle de Dopagem no Esporte, A Química dos Alimentos, A Química noCuidado da Pele, Química na Saúde e Química na Natureza.

2011. ANO INTERNACIONAL DA QUÍMICA



O Portal do Professor, do MEC, também entrou nas comemorações do Ano Internacional da Química e disponibilizou 3 CDs com materiais sobre os seguintes temas:


Clique nos temas para acessar os materiais.

OURO NO TROFÉU DA COPA DO MUNDO

O Troféu da Copa do Mundo FIFA é feito com 5 kg de ouro 18 quilates.
Realizando alguns cálculos, é possível constatar que provavelmente ela não é inteiramente sólida, pois neste caso pesaria em torno de 70 kg.

A base do troféu possui duas faixas verdes que são feitas de malaquita, um mineral de cobre (Cu2CO3(OH)2).

Assista o vídeo abaixo para conhecer um pouco mais sobre a química presente no Troféu da Copa do Mundo.




Fonte: http://www.tabelaperiodica.org/ouro-no-trofeu-da-copa-do-mundo/comment-page-1/#comment-603

O AQUECIMENTO GLOBAL

O Aquecimento global é um fenômeno climático de larga extensão—um aumento da temperatura média superficial global que vem acontecendo nos últimos 150 anos. Entretanto, o significado deste aumento de temperatura ainda é objecto de muitos debates entre os cientistas. Causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelo homem) têm sido propostas para explicar o fenômeno.
Grande parte da comunidade científica acredita que o aumento de concentração de poluentes antropogênicos na atmosfera é causa do efeito estufa. A Terra recebe radiação emitida pelo Sol e devolve grande parte dela para o espaço através de radiação de calor. Os poluentes atmosféricos estão retendo uma parte dessa radiação que seria refletida para o espaço, em condições normais. Essa parte retida causa um importante aumento do aquecimento global.
A principal evidência do aquecimento global vem das medidas de temperatura de estações metereológicas em todo o globo desde 1860. Os dados com a correção dos efeitos de "ilhas urbanas" mostra que o aumento médio da temperatura foi de 0.6+-0.2 C durante o século XX. Os maiores aumentos foram em dois períodos: 1910 a 1945 e 1976 a 2000. (fonte IPCC).
Evidências secundárias são obtidas através da observação das variações da cobertura de neve das montanhas e de áreas geladas, do aumento do nível global dos mares, do aumento das precipitações, da cobertura de nuvens, do El Niño e outros eventos extremos de mau tempo durante o século XX.
Por exemplo, dados de satélite mostram uma diminuição de 10% na área que é coberta por neve desde os anos 60. A área da cobertura de gelo no hemisfério norte na primavera e verão também diminuiu em cerca de 10% a 15% desde 1950 e houve retração das montanhas geladas em regiões não polares durante todo o século XX.(Fonte: IPCC).
Causas
Mudanças climáticas ocorrem devido a factores internos e externos. Factores internos são aqueles associados à complexidade derivada do facto dos sistemas climáticos serem sistemas caóticos não lineares. Fatores externos podem ser naturais ou antropogênicos.
O principal factor externo natural é a variabilidade da radiação solar, que depende dos ciclos solares e do facto de que a temperatura interna do sol vem aumentando. Fatores antropogênicos são aqueles da influência humana levando ao efeito estufa, o principal dos quais é a emissão de sulfatos que sobem até a estratosfera causando depleção da camada de ozônio (fonte:IPCC)
Cientistas concordam que factores internos e externos naturais podem ocasionar mudanças climáticas significativas. No último milénio dois importantes períodos de variação de temperatura ocorreram: um período quente conhecido como Período Medieval Quente e um frio conhecido como Pequena Idade do Gelo. A variação de temperatura desses períodos tem magnitude similar ao do atual aquecimento e acredita-se terem sido causados por fatores internos e externos somente. A Pequena Idade do Gelo é atribuída à redução da atividade solar e alguns cientistas concordam que o aquecimento terrestre observado desde 1860 é uma reversão natural da Pequena Idade do Gelo ( Fonte: The Skeptical Environmentalist).
Entretanto grandes quantidades de gases tem sido emitidos para a atmosfera desde que começou a revolução industrial, a partir de 1750 as emissões de dióxido de carbono aumentaram 31%, metano 151%, óxido de nitrogênio 17% e ozônio troposférico 36% (Fonte IPCC).
A maior parte destes gases são produzidos pela queima de combustíveis fósseis. Os cientistas pensam que a redução das áreas de florestas tropicais tem contribuído, assim como as florestas antigas, para o aumento do carbono. No entanto florestas novas nos Estados Unidos e na Rússia contribuem para absorver dióxido de carbono e desde 1990 a quantidade de carbono absorvido é maior que a quantidade liberada no desflorestamento. Nem todo dióxido de carbono emitido para a atmosfera se acumula nela, metade é absorvido pelos mares e florestas.
A real importância de cada causa proposta pode somente ser estabelecida pela quantificação exacta de cada factor envolvido. Factores internos e externos podem ser quantificados pela análise de simulações baseadas nos melhores modelos climáticos.
A influência de fatores externos pode ser comparada usando conceitos de força radiotiva. Uma força radiotiva positiva esquenta o planeta e uma negativa o esfria. Emissões antropogênicas de gases, depleção do ozônio estratosférico e radiação solar tem força radioativa positiva e aerosóis tem o seu uso como força radiotiva negativa.(fonte IPCC).
Modelos climáticos
Simulações climáticas mostram que o aquecimento ocorrido de 1910 até 1945 podem ser explicado somente por forças internas e naturais (variação da radiação solar) mas o aquecimento ocorrido de 1976 a 2000 necessita da emissão de gases antropogênicos causadores do efeito estufa para ser explicado. A maioria da comunidade científica está actualmente convencida de que uma proporção significativa do aquecimento global observado é causado pela emissão de gases causadores do efeito estufa emitidos pela actividade humana. (Fonte IPC)
Esta conclusão depende da exactidão dos modelos usados e da estimativa correcta dos factores externos. A maioria dos cientistas concorda que importantes características climáticas estejam sendo incorrectamente incorporadas nos modelos climáticos, mas eles também pensam que modelos melhores não mudariam a conclusão. (Source: IPCC)
Os críticos dizem que há falhas nos modelos e que factores externos não levados em consideração poderiam alterar as conclusões acima. Os críticos dizem que simulações climáticas são incapazes de modelar os efeitos resfriadores das partículas, ajustar a retroalimentação do vapor de água e levar em conta o papel das nuvens. Críticos também mostram que o Sol pode ter uma maior cota de responsabilidade no aquecimento global actualmente observado do que o aceite pela maioria da comunidade científica. Alguns efeitos solares indirectos podem ser muito importantes e não são levados em conta pelos modelos. Assim, a parte do aquecimento global causado pela acção humana poderia ser menor do que se pensa actualmente. (Fonte: The Skeptical Environmentalist)
Efeitos
Devido aos efeitos potenciais sobre a saúde humana, economia e meio ambiente o aquecimento global tem sido fonte de grande preocupação. Algumas importantes mudanças ambientais tem sido observadas e foram ligadas ao aquecimento global. Os exemplos de evidências secundárias citadas abaixo (diminuição da cobertura de gelo, aumento do nível do mar, mudanças dos padrões climáticos) são exemplos das consequências do aquecimento global que podem influenciar não somente as actividades humanas mas também os ecosistemas. Aumento da temperatura global permite que um ecosistema mude; algumas espécies podem ser forçadas a sair dos seus habitats (possibilidade de extinção) devido a mudanças nas condições enquanto outras podem espalhar-se, invadindo outros ecossistemas.
Entretanto, o aquecimento global também pode ter efeitos positivos, uma vez que aumentos de temperaturas e aumento de concentrações de CO2 podem aprimorar a produtividade do ecosistema. Observações de satélites mostram que a produtividade do hemisfério Norte aumentou desde 1982. Por outro lado é fato de que o total da quantidade de biomassa produzida não é necessáriamente muito boa, uma vez que a biodiversidade pode no silêncio diminuir ainda mais um pequeno número de espécie que esteja florescendo.
Uma outra causa grande preocupação é o aumento do nível do mar. O nível dos mares está aumentando em 0.01 a 0.02 metros por década e em alguns países insulares no Oceano Pacífico são expressivamente preocupantes, porque cedo eles estarão debaixo de água. O aquecimento global provoca subida dos mares principalmente por causa da expansão térmica da água dos oceanos, mas alguns cientistas estão preocupados que no futuro, a camada de gelo polar e os glaciares derretam. Em consequência haverá aumento do nível, em muitos metros. No momento, os cientistas não esperam um maior derretimento nos próximos 100 anos. (Fontes: IPCC para os dados e as publicações da grande imprensa para as percepções gerais de que as mudanças climáticas).
Como o clima fica mais quente, a evaporação aumenta. Isto provoca pesados aguaceiros e mais erosão. Muitas pessoas pensam que isto poderá causar resultados mais extremos no clima como progressivo aquecimento global.
O aquecimento global também pode apresentar efeitos menos óbvios. A Corrente do Atlântico Norte,por exemplo, provocada por diferenças entre a temperatura entre os mares. Aparentemente ela está diminuindo conforme as médias da temperatura global aumentam, isso significa que áreas como a Escandinávia e a Inglaterra que são aquecidas pela corrente devem apresentar climas mais frios a despeito do aumento do calor global.
Painel Intergovernamental sobre as Mudanças do Clima (IPCC)
Como este é um tema de grande importância, os govenos precisam de previsões de tendências futuras das mudanças globais de forma que possam tomar decisões políticas que evitem impactos indesejáveis. O aquecimento global está sendo estudado pelo Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC). O último relatório do IPCC faz algumas previsões a respeito das mudanças climáticas. Tais previsões são a base para os actuais debates políticos e científicos.
As previsões do IPCC baseiam-se nos mesmos modelos utilizados para estabelecer a importância de diferentes factores no aquecimento global. Tais modelos alimentam-se dos dados sobre emissões antropogênicas dos gases causadores de efeito estufa e de aerosóis, gerados a partir de 35 cenários distintos, que variam entre pessimistas e optimistas. As previsões do aquecimento global dependem do tipo de cenário levado em consideração, nenhum dos quais leva em consideração qualquer medida para evitar o aquecimento global.
O último relatório do IPCC projecta um aumento médio de temperatura superficial do planeta entre 1,4 e 5,8º C entre 1990 a 2100. O nível do mar deve subir de 0,1 a 0,9 metros nesse mesmo período.
Apesar das previsões do IPCC serem consideradas as melhores disponíveis, elas são o centro de uma grande controvérsia científica. O IPCC admite a necessidade do desenvolvimento de melhores modelos analíticos e compreensão científica dos fenômenos climáticos, assim como a existência de incertezas no campo. Críticos apontam para o facto de que os dados disponíveis não são suficientes para determinar a importância real dos gases causadores do efeito estufa nas mudanças climáticas. A sensibilidade do clima aos gases estufa estaria sendo sobrestimada enquanto fatores externos subestimados.
Por outro lado, o IPCC não atribui qualquer probabilidade aos cenários em que suas previsões são baseadas. Segundo os críticos isso leva a distorções dos resultados finais, pois os cenários que predizem maiores impactos seriam menos passíveis de concretização por contradizerem as bases do racionalismo económico.
Convenção-Quadro Sobre Mudanças Climáticas e o Protocolo de Kioto
Mesmo havendo dúvidas sobre sua importância e causas, o aquecimento global é percebido pelo grande público e por diversos líderes políticos como uma ameaça potencial. Por se tratar de um cenário semelhante ao da tragédia dos comuns, apenas acordos internacionais seriam capazes de propôr uma política de redução nas emissões de gases estufa que, de outra forma, os países evitariam implementar de forma unilateral. Do Protocolo de Kioto a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas foram ratificadas por todos os países industrializados que concordaram em reduzir suas emissões abaixo do nível registrado em 1990. Ficou acertado que os países em desenvolvimento ficariam isentos do acordo. Contudo, President Bush, presidente dos os Estados Unidos — país responsável por cerca de um terço das emissões mundiais, decidiu manter o seu país fora do acordo. Essa decisão provocou uma acalorada controvérsia ao redor do mundo, com profundas ramificações políticas e ideológicas.
Para avaliar a eficácia do Protocolo de Kioto, é necessário comparar o aquecimento global com e sem o acordo. Diversos autores independentes concordam que o impacto do protocolo no fenômeno é pequeno (uma redução de 0,15 num aquecimento de 2ºC em 2100). Mesmo alguns defensores de Kioto concordam que seu impacto é reduzido, mas o vêem como um primeiro passo com mais significado político que prático, para futuras reduções. No momento, é necessária uma analise feita pelo IPCC para resolver essa questão.
O Protocolo de Kioto também pode ser avaliado comparando-se ganhos e custos. Diferentes análises econômicas mostram que o Protocolo de Kioto pode ser mais dispendioso do que o aquecimento global que procura evitar. Contudo, os defensores da proposta argumentam que enquanto os cortes iniciais dos gases estufa têm pouco impacto, eles criam um precedente para cortes maiores no futuro.



Fonte: http://www.jornaldomeioambiente.com.br/

TAMIFLU E A GRIPE SUÍNA (H1N1)



Fosfato de oseltamivir é um pró-fármaco ester etil que não possui atividade antiviral, onde após metabolização pelo fígado e trato gastrintestinal é transformado em carboxilato de oseltamivir (RO-64-0802) e assim torna-se seletivo contra o vírus influenza dos tipos A e B[1]. É produzido pelos laboratórios Roche sob o nome comercial Tamiflu®. O medicamento feito a partir deste princípio ativo foi o primeiro a ser usado na pandemia de gripe A que se iniciou em 2009 no México.


                                      


Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.


A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus H1N1, sendo este transmitido de pessoa a pessoa por meio da tosse espirro ou de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.Embora o nome da doença seja derivado dos suínos, não há comprovações de que esse novo vírus é proveniente de porcos.

Fonte: Ministério da Saúde. Informações: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534