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Por que aprender Química?
Por que aprender Química?
A importância da Química no dia-a-dia
[...] A Química está relacionada às necessidades básicas dos seres humanos - alimentação, vestuário, saúde, moradia, transporte, etc. - e todo o mundo deve compreender isso tudo.
Ela não é uma coisa ruim que polui e provoca cátastrofes como alguns infelizmente pensam.
Esses preconceitos existem, inclusive devido à forma como os meios de comunicação a divulgam e aos mecanismos ideológicos que a sociedade utiliza para encontrar um bode expiatório, na ausência de políticas públicas para a utilização adequada do meio ambiente.
Sem um conhecimento de Química, ainda que no mínimo, é muito difícil um indivíduo conseguir posicionar-se em relação a todos esses problemas e, em consequência, exercer efetivamente sua cidadania. Conhecê-la e a seus usos pode trazer muitos benefícios ao homem e à sociedade.
Ter noções básicas de Química instrumentaliza o cidadão para que ele possa exigir os benefícios da aplicação do conhecimento químico para toda a sociedade.
Dispor de rudimentos dessa matéria ajuda o cidadão a se posicionar em relação a inúmeros problemas da vida moderna, como poluição, recursos energéticos, reservas minerais, uso de matérias-primas, fabricação e uso de inseticidas, pesticidas, adubos e agrotóxicos, fabricação de explosivos, fabricação e uso de medicamentos, importância de tecnologia e muitos outros.
Além disso, aprender acerca dos diferentes materiais, suas ocorrências, seus processos de obtenção e suas aplicações permite traçar paralelos com o desenvolvimento social e econômico do homem moderno. Tudo isso demonstra a importância do aprendizado de Química.
Trecho extraído de: BELTRAN, Nelson O. & CISCATO, Carlos A. M. Química. São Paulo, Cortez, 1991. pg. 15 e 16.
COMO FUNCIONA A PROVA DO ENEM?
A maioria das questões tem haver com o cotidiano, por isso, é bom ler revistas, jornais, informações e bons livros de todos os gêneros. A prova é interdisciplinar e leva tudo aquilo que será levado para vida. Esse modelo de prova já é aplicado na maioria dos vestibulares da Europa e dos Estados Unidos. A redação do ENEM é muito importante e tem o maior peso em sua nota final.
Em química temas como: Petróleo, Pré-Sal, fontes de energias renováveis, não renováveis, alimentos e produção de remédio entre outros são dados como certos no ENEM, sempre relacionado com outras áreas da ciência o que as vezes deixam as questões mais difíceis e, por isso, é necessário muita calma e uma boa interpretação para a resolução.
Por isso, o melhor caminho para se sair bem na prova do ENEM é estudar bastante!
Aprendendo a pesquisar parte III
------ CITAÇÃO DIRETA NO TEXTO ------ É a transcrição, no corpo do trabalho, de um texto ou palavras, tal qual, consta na obra pesquisada, isto é, litertalmente. Neste caso, devemos colocar o sobrenome do autor, o ano da obra consultada e o número da página consultada. Citação até Três Linhas – deve ser inserida no parágrafo, entre aspas duplas. Há duas maneiras possíveis: na primeira trazemos o autor para o contexto da redação, empregando termos, como: segundo, de acordo com, afirma, relata, conceitua, descreve, etc. Na segunda, informamos, entre parênteses, o autor, a obra, a data e a página, ao final da citação. Veja os exemplos: Com a difusão da máquina de escrever, segundo Houaiss, Elementos de Bibliografia (1967, Vol.I, p.65), “há uma tendência progressiva para fazer base do autógrafo um texto datilográfico, sobretudo daqueles autores que são datilógrafos de si mesmos”. Com a difusão da máquina de escrever, “há uma tendência progressiva para fazer base do autógrafo um texto datilográfico, sobretudo daqueles autores que são datilógrafos de si mesmos”. ( Houaiss, Elementos de Bibliografia, 1967, Vol.I, p.65) Citação até Três Linhas pelo Sitema Numérico - nesse sistema, a fonte da qual foi extraída a citação é indicada em nota de rodapé, no final da página, do capítulo ou do artigo. A numeração no texto da citação deve ser feita de maneira única e consecutiva para todo o trabalho ou para cada capítulo. Deve ser feita, de preferência, com os números situados um pouco acima da linha de texto (sobrescrito), e, ao final da citação. As outras opções são: colocar o número entre parênteses (1) ou entre colchetes [1]: Com a difusão da máquina de escrever, “há uma tendência progressiva para fazer base do autógrafo um texto datilográfico, sobretudo daqueles autores que são datilógrafos de si mesmos¹” . A indicação dos dados da fonte deverá estar situada na mesma página, em forma de notas de rodapé ou ao final de cada capítulo, ou ainda, no final do texto: _________________ 1. Houaiss, Elementos de Bibliografia, 1967, Vol.I, p.65 Quando várias notas de rodapé se referem a uma mesma obra e mesmo autor, deve ser usada a expressão [idem] ou sua abreviação, [id.] (= mesmo autor, ou igual à anterior) e [ibidem] ou a sua abreviação, [ibid.] (= mesma obra). A expressão [Idem]substitui só o autor e não as diferentes obras. Ex.: 2. Idem, Ibidem., p. 190. Quando for citar novamente um autor, e não quiser dar toda a referência, use[op.cit.], que é abreviação de opus citatun, (obra citada). Cuidado com [Op. cit.] Se esta referência ficar muito distante da primeira referência que fez, por exemplo, em outro capítulo, faça-a de modo completo. 2. Houaiss ,op. cit, p. 194. A utilização desse sistema não dispensa a apresentação da lista de referências bibliográficas ao final do trabalho. Citação com mais de Três Linhas – deve ser destacada, pulando-se uma linha para iniciar a transcrição da citação, com recuo maior da margem esquerda, sem aspas e crédito(s) do(s) autor(res) ao final da citação: É assim que podemos acompanhar Henry Esmond ao longo de toda a sua vida e que Hamlet poucas horas passará conosco. Em um dia de leitura podemos viver anos e anos da existência das personagens de uma ficção. Nas poucas horas que dura uma tragédia, pouco mais viveremos que os derradeiros momentos do herói. (SIMÕES, JOÃO GASPAR. Ensaio sobre a Criação no Romance, 1944, p.14) Quando o crédito do autor não estiver entre parênteses devem ser redigido em letras maiúsculas e minúsculas. [...] A ficção não pretende fornecer um simples retrato da realidade, mas antes criar uma imagem da realidade, uma reinterpretação, uma revisão. É o espetáculo da vida através do olhar interpretativo do artista, a interpretação artística da realidade. COUTINHO, Afrânio. Notas de Teoria Literária, 1978, p.18. Citação com Trechos Omitidos - trechos dispensáveis ao entendimento da citação podem ser omitidos, desde que não alterem o argumento do autor; para isso utilizamos colchetes e reticências [...] a fim de indicar a omissão. Do mesmo modo, se a supressão ocorrer no início ou no final da citação: Em suma, constituem “diversos momentos do movimento dramático [...] fases de ação, são eles mesmos ações”. (HEGEL, Estética. TR. Port., 1964, p. 393) ---- CITAÇÃO INDIRETA ---- É a trancrição livre do texto, isto é, usamos nossas próprias palavras para expor a idéia do autor. Podemos, ainda, se o trecho for muito longo, intrepretar a idéia do autor e fazermos uma síntese. Nesse tipo de citação, não se utiliza as aspas; mas o autor, a fonte e a data de publicação devem ser citados. Não é obrigatório colocar o número de páginas, mas se o fizer deve repitir erm todas as outras citações. Como lembra Martins (1984), o futuro desenvolvimento da informação está cada dia mais dependente de um plano unificado de normalização. INFORMAÇÕES ADICIONAIS No caso de citações de periódicos informamos: o sobrenome do autor, o título do artigo, o nome da revista ou jornal, o ano, número e páginas que encerram a matéria. Acréscimos e/ou comentários, quando necessários à compreensão de algo dentro da citação, aparecem entre colchetes []. Para se destacar palavra, frases, em uma citação, usa-se o grifo, o negrito ou o itálico, seguido da expressão grifo meu ou destaques meus, ou ainda, grifo do autor,entre parênteses e após a citação: [...]; ela diz (sic) que contraiu o vírus através de uma transfusão, “em uma entrevista coletiva” [destaque meu]. (Sic = assim) Quando se tratar de dados obtidos através de informação verbal (palestras, debates, comunicações, etc.), indicar entre parênteses a expressão "informação verbal", mencionando-se os dados disponíveis somente em nota de rodapé. Algumas expressões latinas usadas somente em notas de rodapé: Cf. = confira; confronte. Ex.: Cf. João Gaspar, 1998. Loc. cit. ou loco citato = no lugar citado. Passim = aqui e ali; em diversas passagens (do texto referido). Et seq. ou sequentia =seguinte ou que se segue E.g. ou exempli gratia = por exemplo. _____________________________ Fontes:
FONTE: http://professormarcello.com | ||||||
Aprendendo a pesquisar Parte II
O que é pesquisar para você? Se você acha que pesquisar é simplesmente copiar os conceitos apresentados em um livro ou clicar em uma página da internet e utilizar os recursos “recortar e colar” é bom você rever os seus conceitos e ler atentamente esse texto. A palavra pesquisar deriva do latim, mais precisamente do verbo perquiro , que significa“procurar,buscar com cuidado;informar-se; inquirir;perguntar, indagar ,aprofundar na busca”.Observe que os significados desse verbo em latim insistem na idéia de uma busca feita com cuidado e profundidade.Nada a ver com trabalhos superficiais e copiados, feitos somente para ganhar uma nota. Iniciaremos uma nova caminhada relativa a pesquisa em nossa sala de aula e, para tanto,precisamos conhecer realmente do que se trata pesquisar e o que é uma pesquisa.Em nosso cotidiano escolar usamos vários tipos de pesquisa a qual nosso foco será direcionado para: · Como se estrutura um relatório de pesquisa para prática de laboratório? · Como se estrutura um relatório de pesquisa para uma saída de campo? · Como se estrutura uma pesquisa bibliográfica a partir de um questionamento ou tema sugerido? · Como se estrutura uma pesquisa científica? Nosso estudo iniciará pelo tópico mais complexo de todos. O que é uma pesquisa científica? Uma pesquisa científica é: · . “Processo através do qual a ciência busca dar resposta aos problemas que se lhe apresentam” · “Investigação sistemática de determinado assunto que visa obter novas informações sobre um problema específico e bem definido” · “Pesquisa Científica é um processo de produção do conhecimento que tem como metas principais gerar novo conhecimento e/ou corroborar ou refutar algum conhecimento pré-existente.” A pesquisa científica fundamenta-se em alguns pilares bem definidos, tais a estruturação de um projeto e a finalização de um produto final, que pode ser um trabalho escrito, uma maquete etc. Antes de se iniciar uma pesquisa científica é necessário refletir sobre a mesma. Assim como para fazer um bolo é necessário é necessário imaginar o tamanho, o número de pessoa que irão come-lo , o tamanho da forma e a previsão dos ingredientes a serem usados é imprescindível que antes da pesquisa se elabore um plano, se imagine a abordagem, os tópicos que serão focalizados, como se pretende conduzir o trabalho etc. Assim, o trabalho de pesquisa científica é desenvolvido por etapas, que se constituem num método, num caminho facilitador do processo visando seu mapeamento e evitando muitos imprevistos. O plano de ação esclarece os rumos para o próprio pesquisador. Recomenda-se que a pesquisa siga o seguinte os seguintes passos: ž Planejamento da pesquisa: estruturação do projeto; ž Execução: coleta de dados, análise e redação; ž Apresentação do produto final . O planejamento da pesquisa consiste na estruturação de um projeto. Note que o projeto não é o produto final da pesquisa. Muitos educandos costumam confundir esses conceitos. Por exemplo: precisamos estruturar uma maquete sobre as pirâmides egípcias. Note que a maquete trata-se do produto final,porém como chegar nesse produto ainda não se tem definição. As definições e diretrizes a serem tomadas fazem parte do projeto. Portanto, não confunda o projeto com o produto final de sua pesquisa. Mas afinal o que é um projeto de pesquisa? O projeto é um “documento” um “trabalho” onde constam determinados itens que norteiam o trabalho de pesquisa até a estruturação de seu produto final. Mas afinal, como estruturamos esse documento chamado de projeto? A estruturação do projeto consiste em algumas etapas. Antes de redigir o seu documento, aqui denominado de projeto, você precisa antes: ž Escolher um tema: podem ser utilizados alguns critérios para ajudar na escolha do tema, como originalidade (mesmo que o trabalho não seja original deve apresentar alguma novidade, novo enfoque, novos argumentos ou pontos de vista), relevância (importância ou utilidade), viabilidade (econômica e de tempo), preparo técnico e existência de fontes; ž Obter fontes bibliográficas: embora ao se escolher um dado tema,mesmo que conhecido, a leitura exploratória tem como objetivo aumentar a extensão e a profundidade dos conhecimentos, ajudando a distinguir os conceitos secundários dos essenciais, facilitando a delimitação do conteúdo dos temas a investigar; ž problematização: Toda a pesquisa deve ser permeada de uma problematização. O pesquisador deve ter idéia clara do problema que pretende resolver, da dúvida a ser superada, caso contrário sua pesquisa correrá o risco de não ter direção ou até mesmo da ausência de algo para se resolver. Se o problema é estabelecido de forma clara, ele proporcionará a formulação da hipótese geral, que será comprovada no desenvolvimento do trabalho de pesquisa. Ao optar por uma solução que deseja demonstrar (ou seja, a hipótese, nascida do problema apontado), tem-se uma tese; ž Seleção do assunto: deve-se escolher o “pedaço” do problema que se quer ou se precisa estudar com profundidade. Mesmo que todos os aspectos sejam considerados importantes, devem ser tratado um por vez e, ao escolher um deles, abandonam-se ou outros. É uma imposição do método; ž Construção da(s) hipótese (s): é uma solução provisória que se propõe para o problema formulado. Sendo uma suposição que necessita de uma confirmação, pode ser formulada tanto na forma afirmativa quanto na interrogativa. Não há uma norma ou regra fixa para a formulação de hipóteses, mas deve ser baseada no conhecimento do assunto e na literatura específica que foi levantada: lança-se uma afirmação a respeito do desconhecido com base no que se construiu e publicou sobre o tema. A formulação clara das hipóteses orienta o desenvolvimento da pesquisa. As hipóteses devem ser razoáveis e verificáveis. Em pesquisas exploratórias e descritivas não há necessidade de apresentar as hipóteses. Após a primeira etapa da estruturação do projeto,passáramos a fase de formalização, ou seja a estruturação do tal documento. O projeto é representado por uma parte escrita contento os seguintes itens: ž Tema específico: é criado a partir da hipótese. O tema específico será o título do futuro texto escrito ou produto final a ser apresentado; ž Objetivos (geral e específico): é o considerado o alicerce do projeto de pesquisa. Não é o que o pesquisador vai fazer (isto se prevê nos procedimentos), mas o que ele pretende conseguir como resultado intelectual final de sua investigação. São eles que delimitam e dirigem os raciocínios a serem desenvolvidos. O objetivo geral será subdividido em tantos objetivos específicos quantos necessários para o estudo e solução satisfatória do problema contido no objetivo geral. Cada um dos objetivos específicos será uma parte distinta da futura redação (um capítulo, um segmento). (Atenção o enunciado dos objetivos deve iniciar sempre por um verbo no infinitivo: estudar, analisar, questionar, comparar, introduzir, elucidar, explicar, contrastar, discutir, apresentar etc.); ž Justificativa: é a desculpa que você dará para fazer a pesquisa ou em outras palavras é vender o seu peixe. A justificativa consiste em apresentar motivos bons o suficiente para o desenvolvimento da pesquisa. O que se pretende é que o leitor ou espectador (dependendo do produto final) adquira convicção semelhante à do pesquisador: o tema é relevante ou importante o bastante para merecer uma investigação científica. Um tema pode ter importância social, científica ou acadêmica. O desenvolvimento dele pode trazer benefício direto para a sociedade em geral, ou para um grupo social específico, ao resolver ou encaminhar a solução para a necessidade ali instalada. Pode também beneficiar de imediato uma ciência contribuindo com informações para o avanço de determinado estudo científico. Pode ainda beneficiar o processo acadêmico, facilitando ou inovando o ensino-aprendizado de um assunto; ž Recursos e material: consiste na descrição quantitativa de tudo aquilo que se pretende utilizar no desenvolvimento do trabalho. Planejar os recursos é assegurar, com o maior detalhamento possível, a suficiência inicial dos itens necessários para a aquisição das informações desejadas; ž Procedimentos e metodologia: são as atividades práticas necessárias para a aquisição dos dados com os quais serão desenvolvidos os raciocínios (previstos nos objetivos específicos), que resultarão em cada parte do trabalho final. Assim, planeja-se aqui, de forma concreta, a coleta de dados, que se iniciará ao final do projeto. A descrição dos procedimentos pode também ser enriquecida por detalhes práticos. Detalha-se o universo, a amostra, o tipo de tratamento que as informações receberão, descreve-se os instrumentos de coleta, a margem de acuidade prevista etc.; ž Cronograma: consiste em relacionar as atividades ao tempo disponível, ou seja, planejar o tempo em função das atividades previstas para a conclusão do trabalho proposto; ž Orçamento: quando este item for necessário, devem ser especificados os recursos humanos e materiais indispensáveis para a realização do projeto, com uma estimativa dos custos. Observe que a estruturação de um projeto deve seguir a seguinte orientação: Título 1. Tema 2. Justificativa 3. Objetivos geral. 4. Objetivos específicos. 5. Problematização. 6. Hipóteses. 7. Procedimentos metodológicos. 8. Produto final. 9. Cronograma. 10. Orçamento. | |
| Atualizado em ( 25-Abr-2009 ) |
Aprendendo a pesquisar parte I
| Escrito por Prof. Marcello | |
| 25-Abr-2009 | |
O que é pesquisar para você? Se você acha que pesquisar é simplesmente copiar os conceitos apresentados em um livro ou clicar em uma página da internet e utilizar os recursos “recortar e colar” é bom você rever os seus conceitos e ler atentamente esse texto. A palavra pesquisar deriva do latim, mais precisamente do verbo perquiro , que significa“procurar,buscar com cuidado;informar-se; inquirir;perguntar, indagar ,aprofundar na busca”.Observe que os significados desse verbo em latim insistem na idéia de uma busca feita com cuidado e profundidade.Nada a ver com trabalhos superficiais e copiados, feitos somente para ganhar uma nota. Iniciaremos uma nova caminhada relativa a pesquisa em nossa sala de aula e, para tanto,precisamos conhecer realmente do que se trata pesquisar e o que é uma pesquisa.Em nosso cotidiano escolar usamos vários tipos de pesquisa a qual nosso foco será direcionado para: · Como se estrutura um relatório de pesquisa para prática de laboratório? · Como se estrutura um relatório de pesquisa para uma saída de campo? · Como se estrutura uma pesquisa bibliográfica a partir de um questionamento ou tema sugerido? · Como se estrutura uma pesquisa científica? Nosso estudo iniciará pelo tópico mais complexo de todos. O que é uma pesquisa científica? Uma pesquisa científica é: · . “Processo através do qual a ciência busca dar resposta aos problemas que se lhe apresentam” · “Investigação sistemática de determinado assunto que visa obter novas informações sobre um problema específico e bem definido” · “Pesquisa Científica é um processo de produção do conhecimento que tem como metas principais gerar novo conhecimento e/ou corroborar ou refutar algum conhecimento pré-existente.” A pesquisa científica fundamenta-se em alguns pilares bem definidos, tais a estruturação de um projeto e a finalização de um produto final, que pode ser um trabalho escrito, uma maquete etc. Antes de se iniciar uma pesquisa científica é necessário refletir sobre a mesma. Assim como para fazer um bolo é necessário é necessário imaginar o tamanho, o número de pessoa que irão come-lo , o tamanho da forma e a previsão dos ingredientes a serem usados é imprescindível que antes da pesquisa se elabore um plano, se imagine a abordagem, os tópicos que serão focalizados, como se pretende conduzir o trabalho etc. Assim, o trabalho de pesquisa científica é desenvolvido por etapas, que se constituem num método, num caminho facilitador do processo visando seu mapeamento e evitando muitos imprevistos. O plano de ação esclarece os rumos para o próprio pesquisador. Recomenda-se que a pesquisa siga o seguinte os seguintes passos: ž Planejamento da pesquisa: estruturação do projeto; ž Execução: coleta de dados, análise e redação; ž Apresentação do produto final . O planejamento da pesquisa consiste na estruturação de um projeto. Note que o projeto não é o produto final da pesquisa. Muitos educandos costumam confundir esses conceitos. Por exemplo: precisamos estruturar uma maquete sobre as pirâmides egípcias. Note que a maquete trata-se do produto final,porém como chegar nesse produto ainda não se tem definição. As definições e diretrizes a serem tomadas fazem parte do projeto. Portanto, não confunda o projeto com o produto final de sua pesquisa. Mas afinal o que é um projeto de pesquisa? O projeto é um “documento” um “trabalho” onde constam determinados itens que norteiam o trabalho de pesquisa até a estruturação de seu produto final. Mas afinal, como estruturamos esse documento chamado de projeto? A estruturação do projeto consiste em algumas etapas. Antes de redigir o seu documento, aqui denominado de projeto, você precisa antes: ž Escolher um tema: podem ser utilizados alguns critérios para ajudar na escolha do tema, como originalidade (mesmo que o trabalho não seja original deve apresentar alguma novidade, novo enfoque, novos argumentos ou pontos de vista), relevância (importância ou utilidade), viabilidade (econômica e de tempo), preparo técnico e existência de fontes; ž Obter fontes bibliográficas: embora ao se escolher um dado tema,mesmo que conhecido, a leitura exploratória tem como objetivo aumentar a extensão e a profundidade dos conhecimentos, ajudando a distinguir os conceitos secundários dos essenciais, facilitando a delimitação do conteúdo dos temas a investigar; ž problematização: Toda a pesquisa deve ser permeada de uma problematização. O pesquisador deve ter idéia clara do problema que pretende resolver, da dúvida a ser superada, caso contrário sua pesquisa correrá o risco de não ter direção ou até mesmo da ausência de algo para se resolver. Se o problema é estabelecido de forma clara, ele proporcionará a formulação da hipótese geral, que será comprovada no desenvolvimento do trabalho de pesquisa. Ao optar por uma solução que deseja demonstrar (ou seja, a hipótese, nascida do problema apontado), tem-se uma tese; ž Seleção do assunto: deve-se escolher o “pedaço” do problema que se quer ou se precisa estudar com profundidade. Mesmo que todos os aspectos sejam considerados importantes, devem ser tratado um por vez e, ao escolher um deles, abandonam-se ou outros. É uma imposição do método; ž Construção da(s) hipótese (s): é uma solução provisória que se propõe para o problema formulado. Sendo uma suposição que necessita de uma confirmação, pode ser formulada tanto na forma afirmativa quanto na interrogativa. Não há uma norma ou regra fixa para a formulação de hipóteses, mas deve ser baseada no conhecimento do assunto e na literatura específica que foi levantada: lança-se uma afirmação a respeito do desconhecido com base no que se construiu e publicou sobre o tema. A formulação clara das hipóteses orienta o desenvolvimento da pesquisa. As hipóteses devem ser razoáveis e verificáveis. Em pesquisas exploratórias e descritivas não há necessidade de apresentar as hipóteses. Após a primeira etapa da estruturação do projeto,passáramos a fase de formalização, ou seja a estruturação do tal documento. O projeto é representado por uma parte escrita contento os seguintes itens: ž Tema específico: é criado a partir da hipótese. O tema específico será o título do futuro texto escrito ou produto final a ser apresentado; ž Objetivos (geral e específico): é o considerado o alicerce do projeto de pesquisa. Não é o que o pesquisador vai fazer (isto se prevê nos procedimentos), mas o que ele pretende conseguir como resultado intelectual final de sua investigação. São eles que delimitam e dirigem os raciocínios a serem desenvolvidos. O objetivo geral será subdividido em tantos objetivos específicos quantos necessários para o estudo e solução satisfatória do problema contido no objetivo geral. Cada um dos objetivos específicos será uma parte distinta da futura redação (um capítulo, um segmento). (Atenção o enunciado dos objetivos deve iniciar sempre por um verbo no infinitivo: estudar, analisar, questionar, comparar, introduzir, elucidar, explicar, contrastar, discutir, apresentar etc.); ž Justificativa: é a desculpa que você dará para fazer a pesquisa ou em outras palavras é vender o seu peixe. A justificativa consiste em apresentar motivos bons o suficiente para o desenvolvimento da pesquisa. O que se pretende é que o leitor ou espectador (dependendo do produto final) adquira convicção semelhante à do pesquisador: o tema é relevante ou importante o bastante para merecer uma investigação científica. Um tema pode ter importância social, científica ou acadêmica. O desenvolvimento dele pode trazer benefício direto para a sociedade em geral, ou para um grupo social específico, ao resolver ou encaminhar a solução para a necessidade ali instalada. Pode também beneficiar de imediato uma ciência contribuindo com informações para o avanço de determinado estudo científico. Pode ainda beneficiar o processo acadêmico, facilitando ou inovando o ensino-aprendizado de um assunto; ž Recursos e material: consiste na descrição quantitativa de tudo aquilo que se pretende utilizar no desenvolvimento do trabalho. Planejar os recursos é assegurar, com o maior detalhamento possível, a suficiência inicial dos itens necessários para a aquisição das informações desejadas; ž Procedimentos e metodologia: são as atividades práticas necessárias para a aquisição dos dados com os quais serão desenvolvidos os raciocínios (previstos nos objetivos específicos), que resultarão em cada parte do trabalho final. Assim, planeja-se aqui, de forma concreta, a coleta de dados, que se iniciará ao final do projeto. A descrição dos procedimentos pode também ser enriquecida por detalhes práticos. Detalha-se o universo, a amostra, o tipo de tratamento que as informações receberão, descreve-se os instrumentos de coleta, a margem de acuidade prevista etc.; ž Cronograma: consiste em relacionar as atividades ao tempo disponível, ou seja, planejar o tempo em função das atividades previstas para a conclusão do trabalho proposto; ž Orçamento: quando este item for necessário, devem ser especificados os recursos humanos e materiais indispensáveis para a realização do projeto, com uma estimativa dos custos. Observe que a estruturação de um projeto deve seguir a seguinte orientação: Título 1. Tema 2. Justificativa 3. Objetivos geral. 4. Objetivos específicos. 5. Problematização. 6. Hipóteses. 7. Procedimentos metodológicos. 8. Produto final. 9. Cronograma. 10. Orçamento. | |
| Atualizado em ( 25-Abr-2009 ) |
12 dicas de ” como estudar química”
O Uso da Vírgula, pode mudar tudo na sua vida!
Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa)
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere...
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Detalhes Adicionais:
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...
* Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...
CASA DO ESTUDANTE
ORIENTAÇÃO VOCACIONAL

Mas a internet facilita muita coisa, sabendo procurar. Há inúmeros sites com artigos, testes vocacionais, profissões, faculdades e as famosas “dicas”.
Mas atenção: testes vocacionais não indicam necessariamente qual profissão você tem que seguir, mas indica uma tendência e as áreas das quais você se sairia bem. A decisão, claro, é sua.
Atendendo a pedidos, aqui vão algumas dessas dicas em sites interessantes sobre orientação vocacional e guia de profissões. Navegue e aproveite! Informação é o que não falta:TESTE VOCACIONAL – Em dúvida sobre qual profissão ou faculdade cursar? Faça um teste vocacional gratuito. É um teste longo, meio demorado para carregar, mas as questões são baseadas em coisas que você gosta ou não de fazer. Vale a pena.TESTE VOCACIONAL II – Outro teste, também longo, mas interessante porque não se propõe a decidir por você, e sim indicar quais áreas você teria maior destaque. Leia com atenção as instruções e aproveite.GUIA DE PROFISSÕES – Mais de 100 profissões divididas por áreas ( exatas, humanas, biológicas, etc) e o site explica tudo bem detalhado, inclusive em relação ao mercado de trabalho.GUIA DE PROFISSÕES II – Este é o site “guia do estudante”, muito completo. Além de um guia extenso de profissões, também traz a trajetória de grandes personalidades e de como e porque elas decidiram seguir tal profissão. Em comum, não tem receita mágica: estudaram muito. Super recomendado.
Bom, estão aí. Alguns bons sites para que vocês tirem suas dúvidas.Espero que ajudem e agora é mão na massa, ou melhor, nos livros e cadernos!
